Revisão de empréstimo pessoal com parecer técnico assinado

Empréstimo pessoal que não termina: saldo devedor cresce, juros parecem acima do contratado e o cliente não consegue conferir.

Conferimos o contrato de empréstimo pessoal contra os extratos e demonstramos, com memória de cálculo, se há cobrança acima do pactuado.

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A revisão de empréstimo pessoal é o recálculo técnico de um contrato de crédito pessoal sem desconto em folha, feito para saber se os juros, as tarifas e o saldo cobrados pelo banco ou pela financeira correspondem ao que foi pactuado e ao que os tribunais aceitam como razoável. O trabalho é feito por perito contábil e o parecer sai assinado por contador com registro no CRC.

É o serviço indicado para quem pegou um empréstimo pessoal, paga todo mês e sente que a dívida não diminui, ou para quem recebeu uma proposta de renegociação e quer saber quanto deve antes de assinar outra vez. Também atende o advogado que precisa quantificar o valor controvertido de uma ação revisional ou contestar a cobrança do banco. O perito confronta a taxa do contrato com a taxa média divulgada pelo Banco Central para a mesma modalidade na data da contratação, reconstrói a dívida com os pagamentos feitos e mostra o resultado em memória de cálculo auditável. Preço fixo de R$ 935,00 e prazo de 15 dias úteis.

O que você recebe

Parecer técnico extrajudicial (ATÉ) assinado por contador CRC com memória de cálculo do recálculo.

Quando pedir a revisão do empréstimo pessoal

Empréstimo pessoal é uma das linhas de crédito mais caras para pessoa física, e a taxa varia muito de um banco para outro e de uma financeira para outra. Por isso a revisão costuma ser pedida quando aparece um destes sinais:

- a parcela é paga em dia e o saldo devedor informado pelo banco quase não cai; - o contrato foi renovado ou refinanciado mais de uma vez, com dinheiro novo pequeno a cada renovação; - a taxa escrita no contrato parece muito acima da que o cliente viu anunciada em outros bancos na mesma época; - entraram no valor financiado itens que ninguém explicou, como seguro, tarifa de cadastro ou título de capitalização; - o banco apresentou uma cobrança judicial ou uma proposta de acordo com saldo que o cliente não reconhece.

Nenhum desses sinais prova, sozinho, que houve cobrança indevida. Eles indicam que vale a pena conferir. A revisão responde à pergunta com números e fonte oficial, e o resultado pode ser tanto a identificação de excesso quanto a confirmação de que o contrato está dentro da média, o que também ajuda a decidir o próximo passo.

O que o perito analisa

A análise parte do contrato e dos extratos. O perito extrai o valor liberado de fato, que pode ser menor que o valor financiado quando tarifas e seguros são descontados na saída, e confere a taxa de juros mensal e anual, o Custo Efetivo Total (CET), o número de parcelas e o sistema de amortização.

Em seguida, busca no Sistema Gerenciador de Séries Temporais do Banco Central a taxa média de juros do crédito pessoal não consignado para pessoa física no mês da contratação. Essa comparação é o critério que o Superior Tribunal de Justiça consolidou para discutir juros remuneratórios, e o parecer apresenta a série, a data e o valor usados.

Depois, o perito reconstrói a dívida com os pagamentos efetivos, parcela a parcela, e examina:

- se a capitalização de juros está expressamente pactuada; - se as tarifas cobradas têm previsão e amparo nas normas do Conselho Monetário Nacional; - se houve seguro ou produto agregado sem opção de recusa; - quanto de cada refinanciamento foi dinheiro novo e quanto foi quitação do contrato anterior; - se os encargos de atraso seguem o que o contrato prevê.

O resultado é apresentado em cenários, para que o efeito de cada ponto fique visível separadamente.

Como funciona, do contato à entrega

1. Você manda pelo WhatsApp o contrato e os extratos que tiver. A equipe confere se dá para fazer a revisão e lista o que falta, se faltar. 2. O preço é de tabela. Você recebe a proposta e o link de pagamento, sem esperar orçamento. 3. Com o pagamento confirmado e a documentação completa, começa o prazo de 15 dias úteis. 4. O perito da área bancária lê o contrato, busca as séries do Banco Central, reconstrói a dívida e redige o parecer. 5. Um revisor que não participou do trabalho refaz a conferência matemática e a leitura do texto antes da assinatura. 6. Você recebe o parecer assinado, com resumo executivo, por e-mail e WhatsApp.

Se você não tem o contrato, o banco tem o dever de fornecer a cópia. A equipe da Central explica como pedir por escrito, para que o pedido fique registrado.

Quando há vários contratos pessoais encadeados, cada um refinanciando o anterior, a equipe avisa no início que a revisão precisa cobrir a cadeia inteira para fazer sentido, e a proposta passa a indicar quantos contratos entram. É melhor saber isso antes de pagar do que descobrir no meio do caminho.

O que você recebe

Você recebe um parecer técnico extrajudicial assinado por um dos responsáveis técnicos da Central, contador com registro no Conselho Regional de Contabilidade. O documento traz:

- a identificação do contrato e de todos os documentos examinados; - a metodologia, com a indicação de cada série do Banco Central usada; - a memória de cálculo da evolução do saldo, pagamento a pagamento; - o confronto entre o valor cobrado e o valor de cada cenário analisado; - a conclusão técnica fundamentada; - um resumo executivo em linguagem direta, de uma página.

O parecer chega em PDF assinado digitalmente e em versão editável, para que o advogado possa aproveitar trechos na petição.

O que o parecer não faz é decidir por você. Ele mostra o número e a fonte. A decisão de negociar, pagar, depositar o incontroverso ou entrar com ação continua sendo sua, tomada com o seu advogado, só que agora com base em uma conta conferida por quem não tem interesse no resultado.

Um bom parecer é aquele que o perito do juízo consegue refazer. Por isso cada taxa tem série e data, cada pagamento tem origem, e o texto separa o que é fato técnico do que é argumento jurídico.

Prazo de entrega

O prazo é de 15 dias úteis, contados do pagamento confirmado e do recebimento da documentação completa. As duas condições existem porque o perito só começa com o contrato inteiro em mãos e o caso só é aberto após a confirmação do pagamento.

Nesse prazo cabem a leitura do contrato, a busca das séries oficiais, a reconstrução do cálculo, a redação do parecer e a revisão independente. A revisão não é pulada para ganhar tempo, e é justamente ela que dá segurança ao documento quando ele for examinado pela outra parte.

Se existe prazo processual correndo, como uma contestação ou a réplica de uma ação já proposta, informe no primeiro contato. A equipe verifica a agenda do perito antes de fechar e diz com franqueza se o prazo cabe, em vez de aceitar um trabalho que não pode ser entregue a tempo.

Quando documentos chegam depois do início, como um extrato que o banco demorou a fornecer, eles podem ser incorporados enquanto o parecer não foi fechado. Documento essencial que falta, como o próprio contrato, suspende a contagem até ser recebido.

Quanto custa a revisão de empréstimo pessoal

A revisão de empréstimo pessoal é um produto de tabela, com preço fixo por contrato:

- R$ 935,00 por contrato; - R$ 888,25 no PIX, com 5% de desconto; - até 4 parcelas de R$ 233,75 no cartão.

O preço cobre todo o trabalho técnico, da leitura dos documentos à entrega do parecer assinado e revisado. Não inclui custas processuais, deslocamento, diligências nem honorários de advogado, que são contratados à parte com o profissional que representa você.

A Central não cobra percentual sobre valores que venham a ser discutidos e não condiciona o preço ao resultado. Você paga pelo trabalho técnico, e o parecer mostra o que os documentos mostram.

Boleto não é parcelado. Quando há mais de um contrato, cada um tem seu parecer e a proposta mostra o valor total antes do pagamento. Valores conforme a Tabela Oficial de Preços da Central vigente na data de publicação desta página.

Se a sua dúvida ainda é se vale a pena revisar, a Consultoria Individual de 30 minutos permite conversar com um perito antes de contratar o parecer completo.

Para advogados, como usar o parecer

Na ação revisional de contrato bancário, a petição inicial precisa discriminar as obrigações controvertidas e quantificar o valor incontroverso. É o que exige o artigo 330, § 2º, do Código de Processo Civil, sob pena de inépcia. O parecer entrega esse número com memória de cálculo juntável aos autos, o que resolve a exigência sem que o advogado precise montar a conta.

Quando o banco é o autor, em ação de cobrança, monitória ou execução, o parecer serve para demonstrar excesso e apontar o valor que o devedor entende correto. Nos embargos à execução, o artigo 917, parágrafo 3º, exige a declaração do valor correto com demonstrativo discriminado, e o parecer cumpre essa função técnica.

Na fase de prova, o parecer orienta a formulação de quesitos no prazo do artigo 465 e, depois do laudo oficial, dá base ao parecer do assistente técnico previsto no artigo 477.

A postura do documento é de assistência técnica da parte. O perito afirma o que o cálculo mostra, com fonte, e deixa a escolha da tese e dos precedentes para o advogado, que é quem assina a petição.

Erros comuns na revisão de empréstimo pessoal

O erro mais frequente é usar uma calculadora gratuita da internet e tomar o resultado como prova. Essas ferramentas não consideram a data exata da contratação, o valor líquido liberado nem os pagamentos efetivos, e por isso costumam produzir um número que não se sustenta diante do perito do juízo.

Outro erro é considerar abusiva qualquer taxa acima de 12% ao ano. A Súmula 382 do STJ diz que isso, sozinho, não indica abusividade. O que os tribunais examinam é a distância entre a taxa contratada e a taxa média de mercado da época para aquela modalidade.

Também é comum revisar só o último contrato de uma cadeia de refinanciamentos. Quando cada contrato quitou o anterior, o saldo do último carrega o que veio antes, e a análise isolada pode esconder a origem do problema.

Por fim, há quem suspenda os pagamentos esperando a revisão. Isso gera juros de mora, negativação e pode levar a uma cobrança judicial. A estratégia sobre pagamento e depósito é decisão a tomar com o advogado, e o parecer serve para que essa decisão seja informada.

Base legal e normativa

O parecer usa as normas e precedentes que regem o crédito pessoal e a perícia contábil:

- Código de Defesa do Consumidor (Lei 8.078/1990), artigos 6º, incisos III e V, e 51, inciso IV; - REsp 1.061.530/RS, julgado sob o rito dos recursos repetitivos, que fixou a taxa média de mercado como referência para discutir juros remuneratórios; - Súmula 382 do STJ, sobre juros acima de 12% ao ano não indicarem abusividade por si só; - Súmula 530 do STJ, que manda aplicar a taxa média quando o contrato não traz a taxa pactuada; - Súmulas 539 e 541 do STJ, sobre capitalização de juros expressamente pactuada; - Resolução CMN 3.919/2010, sobre cobrança de tarifas por instituições financeiras; - Código de Processo Civil, artigos 330, parágrafo 2º, 465, 477 e 917, parágrafo 3º; - NBC TP 01 e NBC PP 01 do Conselho Federal de Contabilidade.

As taxas médias vêm do Sistema Gerenciador de Séries Temporais do Banco Central, com série e data indicadas no parecer.

Como funciona

  1. 1

    Você conta o caso

    Pelo WhatsApp ou pelo formulário desta página. Um especialista responde em até 2 horas úteis.

  2. 2

    Triagem e proposta

    Conferimos documentos e viabilidade. Produto de tabela tem preço fixo; sob medida recebe proposta em até 24 horas.

  3. 3

    Execução

    O perito da área calcula e um responsável técnico assina. Prazo: 15 dias úteis, contado do pagamento confirmado e da documentação completa.

  4. 4

    Entrega

    Parecer ou laudo assinado, com memória de cálculo, e orientação de uso ao seu advogado.

Investimento

R$ 935,00

por caso

PIX: R$ 888,25

Cartão: até 4x (parcela R$ 233,75)

Valores não incluem custas, deslocamento nem honorários advocatícios.

Perguntas frequentes

+Existe revisão de juros de empréstimo pessoal?

Existe. O contrato pode ser recalculado para verificar se a taxa ficou muito acima da média de mercado da época, se houve capitalização sem previsão e se tarifas ou seguros foram cobrados sem amparo. O parecer mostra o resultado com fonte oficial. Se cabe ação, e com qual tese, quem define é o advogado.

+Quais documentos preciso enviar?

O contrato do empréstimo, os extratos que mostram o crédito do valor e os pagamentos, e um documento de identidade. Se houve refinanciamentos, envie também os contratos anteriores. Sem o contrato não é possível conferir a taxa pactuada, e o banco é obrigado a fornecer cópia quando o cliente pede.

+Quanto custa a revisão do empréstimo pessoal?

R$ 935,00 por contrato, ou R$ 888,25 no PIX com 5% de desconto. No cartão, até 4 parcelas de R$ 233,75. O valor cobre o trabalho técnico completo e não inclui custas processuais nem honorários de advogado, que são contratados separadamente com quem vai representar você.

+Qual é a taxa média do Banco Central?

É a média das taxas praticadas pelos bancos em cada modalidade de crédito, publicada mês a mês pelo Banco Central no Sistema Gerenciador de Séries Temporais. O perito usa a série do crédito pessoal não consignado no mês em que o seu contrato foi assinado e indica série e data no parecer.

+Em quanto tempo o parecer fica pronto?

Em 15 dias úteis a partir do pagamento confirmado e da documentação completa. Nesse período o perito lê o contrato, busca as taxas oficiais, reconstrói a dívida, redige o parecer, e um revisor que não participou do trabalho confere o cálculo antes da assinatura e do envio.

+Tenho vários empréstimos. Preciso revisar todos?

Depende de como eles se ligam. Se um contrato quitou o outro, a revisão precisa cobrir a cadeia para mostrar de onde vem o saldo atual. Se são contratos independentes, você pode escolher quais revisar. A equipe avalia os documentos e indica o escopo antes de você pagar.

+Posso parar de pagar enquanto a revisão é feita?

Não é recomendável tomar essa decisão sozinho. Parar de pagar gera juros de mora, negativação e pode levar a uma cobrança judicial. Converse com o seu advogado sobre a estratégia, que pode incluir o depósito do valor incontroverso. O parecer dá o número para essa conversa.

Quem assina

Todo laudo, parecer ou nota técnica sai assinado por um responsável técnico registrado no conselho de classe, com a memória de cálculo demonstrada.

  • Edilson Aguiais

    CRC-GO 027.798/O-0

    Contador, advogado e economista; responsável técnico, assina laudos e pareceres

  • Robson Antonello

    Responsável técnico

    Diretor de operações; responsável técnico, assina laudos e pareceres

  • Guilherme Luchetta

    CRC-PR 078021/O-8

    Contador, sócio-diretor comercial; responsável técnico, assina laudos e pareceres

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