Para quem a mentoria faz sentido
A mentoria atende advogados em três momentos diferentes da prática.
O primeiro é o do advogado que já tem uma carteira de ações em uma matéria e sente que perde na fase pericial. O laudo oficial sai desfavorável, a impugnação não convence, e ele não sabe exatamente onde a estratégia técnica falhou.
O segundo é o do advogado que quer entrar em uma matéria que depende de cálculo, como revisão de contratos bancários, crédito rural, PASEP ou liquidação trabalhista, e precisa entender o que o cálculo pode provar antes de prometer algo ao cliente.
O terceiro é o do escritório que quer organizar um fluxo interno com a prova técnica, definindo em que momento pedir parecer, como preparar os documentos do cliente e como dividir o trabalho com o perito.
A mentoria não é indicada para quem precisa resolver um caso específico com urgência. Nesse caso, o produto certo é um parecer, uma revisão de laudo ou a Consultoria Individual.